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Gil Castro - Papo de Brasileiro - 16.03.2008



Escrito por Papo de Brasileiro às 12h03
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Papo de Brasileiro Nº 48 - 30.03.2008

O Que Se Aprende Com O Desapego

 

Tenho aprendido a compreender o desapego. E ao mesmo tempo, tenho compreendido os caminhos escritos pelo dias que se seguem. Quando procuro no meu espelho as marcas do tempo, percebo o quanto aprendi, o que já vivi. Sento-me à janela da minha casa e observo o futuro.

 

Tenho aprendido a compreender que as chuvas que molham a terra nos fazem lembrar os dias secos. Tenho aprendido a tomar decisões. A caminhar com os pés no chão e a saber mais o que fazer. Tenho aprendido com as derrotas, tenho me fortificado ainda mais com as vitórias.

 

Tenho aprendido a compreender reviravoltas, tonturas, faltas de ar e dúvidas. Tenho aprendido a fotografar a luz da vela acesa no canto do quarto.

 

O tempo que passa nos faz praticar o desapego. Ser um verdadeiro renunciante, alcançar o estado de renúncia e vencer a teoria. Aprender com o desapego é nos colocar no reino da quietude. É nos desprender das coisas que nos prendem e nos unir àqueles que nos amam.

 

“quem isto sabe, encontra a paz…”

 

(André Gusmão)

 

Papo de Brasileiro:

 

Sergival – Sergipano de Nossa Senhora da Glória, ele nasceu no dia 09 de abril. Por conta de sua infância e juventude nômade, vivenciou no interior de Sergipe, Pernambuco e Bahia, os elementos regionais que hoje compõem todo o conjunto de sua obra. Atuante nas mais diversas vertentes da arte passeia com habilidade pela música, percussão, locução e escrita. Compositor, flautista, violonista e, por excelência, percussionista de efeitos onde pesquisa novos sons inspirados na natureza e nos elementos da cultura nordestina. Para tanto, fabrica seus próprios instrumentos utilizando materiais inusitados como sucatas, brinquedos e objetos do cotidiano encontrados no artesanato local. Realizou junto com o grupo Pé de Serra o show ’10 anos de forró e saudade’ em homenagem ao Rei do Baião. Este show, fruto de sua pesquisa sobre a obra de Gonzaga, trouxe em sua apresentação um figurino implacável cenário de Iradilson e exposição de painéis e disco do gonzagólogo sergipano professor José Augusto. O espetáculo foi apresentado em vários palcos da capital sergipana e do interior do Estado, bem como em algumas cidades de Alagoas e Bahia.



Escrito por Papo de Brasileiro às 09h37
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Áudio do Programa Nº 47 - 23.03.2008

Baixe o áudio completo do Papo de Brasileiro do dia 23 de Março de 2008 - Bate Papo com Lina Sousa e Adi Sousa

Clique Aqui!



Escrito por Papo de Brasileiro às 00h28
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Papo de Brasileiro Nº 47 - 23.03.2008

Quando caminhamos com os pés no chão sentimos entre os dedos as ranhuras das estradas que a vida nos mostra. Sentimos na pele, vivenciamos cada segundo. Quando caminhamos com os pés no chão, sabemos exatamente onde queremos chegar.

 

A estrada é longa, as retas são poucas. Há subidas íngremes que teimam em querer nos fazer desistir. Mas se nossos pés estão no chão, não há força que nos desvie da nossa eminente vitória.

 

Seja mais um caminhante com os pés no chão. Observe pelo retrovisor da sua vida e olhe sempre pra frente, pois ainda há muito caminho a caminhar e muitas vitórias a vencer...

 

(André Gusmão)

 

Papo de Brasileiro:

 

Lina Sousa e Adi Sousa – Uma é natural do bairro Aribé, a outra do bairro Santo Antônio. Irmãs, musicistas, uma é violinista, a outra é percussionista. Formaram com mais duas irmãs, Bel e Dina, o grupo vocal ‘As Moendas’. Cantoras, compositoras, já gravaram e cantaram com grandes nomes da música brasileira, a exemplo de Vinícius de Moraes, Toquinho e Chico Buarque.



Escrito por Papo de Brasileiro às 11h26
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B.E.M. 18 - Papo de Brasileiro - 09.03.2008



Escrito por Papo de Brasileiro às 12h31
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Papo de Brasileiro Nº 46 - 16.03.2008

A Música É O Verbo Do Futuro (Victor Hugo)

 

Buscar vitórias e alcançar objetivos definitivamente nos faz mais fortes. Longos são os dias que passam. Raras são as tardes tranqüilas. O que antecede dias de vitórias são angústias, correrias, pesquisas, livros. E, sem dúvida, um pouco de música.

 

O que seria dos nossos dias que não passam se não fossem os acordes de Toquinho, os versos de Vinícius e os acordes das sanfonas sergipanas? Os dias que não passam nos maltratam. E a vitória nos parece longe.

 

Mas a música nos rege, nos elege, nos conduz e nos orienta. Ao sabor da poesia cantada alçamos nossos vôos, chovemos nossas chuvas... Cantamos. Ao som das nossas músicas favoritas, encontramos calma, lavamos a alma.

 

E ao chegar perto dos nossos dias de vitória, só nos resta cantar palavras, recitar notas perfeitas e agradecer. Pois, como diria Victor Hugo : “a música é o verbo do futuro”.

 

(André Gusmão)

 

Papo de Brasileiro:

 

Gil Castro – Ele é filho de uma professora e de um radialista. Nascido em Aracaju e considerado por muitos um batalhador incansável pela música.



Escrito por Papo de Brasileiro às 22h21
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Papo de Brasileiro Nº 45 - 09.03.2008

Vez ou outra me vejo flagrado pelas câmeras dos meus olhos a navegar pelas vias do progresso. Ultrapasso canteiros de obra quase vulneráveis, desvio meu caminho quase perfeito, mas sempre chego em casa tranqüilo. Minhas estradas passam por toda a cidade e fico feliz em vê-la crescer.

 

Discordo daqueles que vivem sob as anáguas das intolerâncias e hipocrisias, reclamando de tudo, de todos e até de si mesmo. Inevitável como os dias que passam, não posso contestar o poder do asfalto. São estradas que nos levam, passagens que nos conduzem, viadutos que nos elevam.

 

Cético ou crente, troco meu lento caminhar pelos passos largos dessa mulher de mais de 150 anos e dou vivas ao seu progresso.

 

Há muito, nossa cidade deixou de ser aquela noiva abandonada, sentada no banco de uma estação, à espera de um trem que nunca passa...

 

(André Gusmão)

 

Papo de Brasileiro:

 

B.E.M. 18 – Eles têm 18 anos, adoram tocar juntos e ano passado foram pré-classificados para o Sescanção.

 

Marco Aurélio – Ele tem uma história marcante na música sergipana pelas participações em festivais, pela luta política e por suas canções.



Escrito por Papo de Brasileiro às 08h10
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Papo de Brasileiro Nº 44 - 02.03.2008

Nem Todo Pós É Moderno*

 

Quando se ouve tudo que se toca no toca cd é sinal de que os tempos estão loucos. E se você acha que a globalização é a solução pra esse mundo tão plebeu que vivemos, basta prestar atenção e perceber que você passa mais tempo na internet que na vida real. TV engorda e você ainda não percebeu.

 

Se você acha que a história acabou e que não há mais nada pra se criar, lembre-se que as idéias de Marx podem não ter morrido assim tão fácil.  Se as estradas desse sertão quase feudal não confundem sua cabeça consumista, então não tente defender uma ecologia que nem mesmo você compreende.

 

Esperar na janela aquela banda que Carolina curtia não me parece utopia. Seria mais fácil consumir o ritmo da vez, fazer como todo mundo faz. Se a linha evolutiva da MPB pudesse realmente julgar a criação, quem sabe se abrisse um portal: das idéias, dos valores, dos versos e da humanidade.

 

Na minha sã inconsciência sigo meu samba. Ouço canções de todos os tempos, salvo o mundo quando posso e continuo tentando, sem sucesso, me livrar das algemas tecnológicas dos novos tempos, afinal, nem todo pós é moderno.

 

* Baseado na letra da música "Pós Moderno" de Nino Karva

 

(André Gusmão)

 

Papo de Brasileiro:

 

Vânio - Excelente intérprete, compositor e instrumentista, ganhou destaque nos vários festivais que participou como FAMP, Pop Praia, Sescanção e outros, com músicas como ‘Trilhas’ (Sescanção 2002, Teatro Tobias Barreto), ‘O Amor’ (Sescanção 2003, Teatro Atheneu). Alagoano, conterrâneo de Djavan, Vânio consegue viajar com bastante propriedade nos diferentes estilos musicais, desde bossa nova, clássicos da MPB ao pop. Entre suas referências musicais estão grandes nomes do cenário musical brasileiro, tais como Tom Jobim, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Djavan. Atualmente, está trabalhando no projeto do seu primeiro cd.



Escrito por Papo de Brasileiro às 23h17
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Papo de Brasileiro Nº 43 - 24.02.2008

Aos 44 Do Segundo

 

Como se não bastasse o domingo na tv, as 10 mais do rádio e os dvd´s de lanchonete, aquelas bandas eletrônicas nada tradicionais agora invadem a internet. Cético que sou, decidi navegar na grande rede em busca de sites especializados em bandas independentes. O que vi foi uma enxurrada de forrós eletrônicos, baiões massacrados por guitarras mal tocadas, baterias atravessadas e sanfonas sem nenhuma função.

 

Esses argumentos trancaram-me em grilhões e pareciam colocar ponto final em minha busca. Fiquei desolado e até desliguei o computador. Era como perder o jogo aos 44 do segundo.

 

Sem desanimar nem descansar, ainda surrado e olhos mareados, saí em busca do que poderia ser a redenção.  Atento às palavras do sábio google descobri depois de muitos rocks, bossas e canções de qualidade, que a cena independente brasileira e, principalmente, a sergipana tem muito o que mostrar. Precisa apenas de palco, incentivo e público.

 

(André Gusmão)

 

Papo de Brasileiro:

 

Rosângela Rocha – Coordenadora do Curta-Se (Festival Ibero Americano de Curtas Metragens de Sergipe). Surgido em 2001 como um pequeno festival para universitários, o Curta-Se cresceu, ganhou patrocinadores, parcerias e se tornou grande.

 

Michele Borges – Ela nasceu em Santos (São Paulo), mas foi criada em Própria (Sergipe). Desde cedo descobriu as cordas do violão e não parou mais.



Escrito por Papo de Brasileiro às 00h32
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Papo de Brasileiro Nº 42 - 27.01.2008

O Dom E A Matemática

 

Quando olho do meu quarto para o meu horizonte de concreto e janelas gradeadas sinto falta da liberdade e das cadeiras nas calçadas dos tranqüilos fins de tarde. Abraçado ao meu violão, dedilho acordes sem sentido, à espera de uma melodia que venha a surgir, ávida por uma poesia que se encaixe em seus contratempos e ritornelos. Alguns mis e fás depois me sento de volta ao computador sem ter conseguido compor uma única estrofe. Era a tal da inspiração que me deixara sozinho outra vez.

 

Desconfiado e maltratado pelos deuses da inspiração, chego a pensar que dons não existem e que a matemática é senhora soberana das artes. Irritado, me pergunto como alguns conseguem criar tantas maravilhas... Poesias, canções, desenhos, esculturas. Ah, uns com tanto...!!! Esse negócio de inspiração não existe mesmo! E levanto-me desconsolado para sentar na minha poltrona preferida.

 

Coloco uma música de Chico, leio umas poesias de Pessoa, folheio inteligentes revistas esquerdistas e admiro os olhos sorridentes do meu amor. Num momento, sem perceber, tenho em minhas mãos uma caneta, um título, alguns versos, e escrevo uma nova poesia. Percebo, inocentemente, que Deus nos dá presentes especiais, habilidades especiais, e inspiração imersos em nosso coração. Basta que saibamos trazê-los à tona.

 

(André Gusmão)

 

Papo de Brasileiro:

 

Mércia Bomfim – Ela é neta de uma artista plástica, começou a desenhar bem cedo, admira pinturas, mas seu negócio mesmo é desenhar. No dia 18 de janeiro de 2008 conquistou o 1º lugar no 17º Salão dos Novos Artistas.

 

Gladston Rosa – Ele é sergipano, cantor e compositor, defensor da sergipanidade e dono de uma musicalidade diversificada.



Escrito por Papo de Brasileiro às 01h23
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Papo de Brasileiro Nº 41 - 20.01.2008

Nessa Vida Cada Vez Mais Digital

 

Tenho às vezes me perguntado acerca dos dias que virão.  Tenho me encontrado em dúvidas vis e oportunas, perguntando-me o que virá depois de amanhã. Às vezes, aliás, muitas das vezes, fico sem resposta. Afinal, em qual muro de lamentações podemos nos escorar para pensar na absurda invasão urbana ao nosso mundo?

 

Nossas vidas, cada vez mais digitalizadas pelo capitalismo, enfrentam a cada dia os rompantes invasores tecnológicos, e é constante não conseguir acompanhar a velocidade dessa evolução. Talvez, lá de cima, ou até mesmo já de volta aqui por baixo, Darwin se pergunte se era essa a evolução da qual ele se referia.

 

Somos tragados pela Globo-lização e pelos canais de venda que invadem a nossa parabólica. Pobre parabólica! Antes, refúgio dos que tinham menos dinheiro pra pagar as absurdas mensalidades da tv a cabo, agora virou vitrine digital. Aliás, a digitalização da vida, a urbanização do cotidiano e as veredas asfaltadas são a cada dia mais reais.

 

Nessa vida cada vez mais digital, continuo aqui, no mesmo lugar, usufruindo sim, da virtualidade e da digitalização, mas nunca desistindo de viver a vida real.

 

(André Gusmão)

 

Papo de Brasileiro:

 

Cláudio Barreto – Cantor, compositor, cidadão ilustre da Barra dos Coqueiros e participante ativo de festivais do nosso Estado. Venceu o primeiro Prêmio Banese de Música e é um dos grandes nomes da nossa música.



Escrito por Papo de Brasileiro às 22h51
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Papo de Brasileiro Nº 40 - 13.01.2008

Das Estradas Que Passei

 

O canto que ressona em meus ouvidos ainda é o assovio do vento seco e quente das estradas daquele sertão por onde passei. Vi em poucos dias os caminhos mais estreitos e impossíveis de se imaginar. Mas ao mesmo tempo, vi a fé e a força do brasileiro superarem qualquer tipo de tempo. Qualquer tempo de qualquer tipo.

 

O que vi, senti e ouvi me conduziram a condição de espectador privilegiado. Pois, apesar de estar apenas de passagem, pude enxergar de onde surgem os calos nos pés de quem trabalha dia a dia, sol a sol, sob o calor e a responsabilidade de sobreviver.

 

Nas estradas que passei vi os caminhantes indo e voltando, rezando e esperando. Vi as pegadas rasas, num chão seco e árido, que o vento logo se encarregava de apagar. Além disso, vi a fé nas igrejas que eles mesmos constróem.  Senti o chão enlameado pela pouca água dos açudes. Caminhei carregando nas costas um paradoxo eletrônico em busca de uma simples conexão com o resto do mundo. Ouvi toadas roucas e canções tranquilas.

 

Naquele simples mundo, pude acreditar mais uma vez que ainda existe amor nos corações dos que se dizem humanos.

 

(André Gusmão)

 

Papo de Brasileiro:

 

Filippe Araújo – Ele quer provar que o Estado de Sergipe tem mais a mostrar em termos de musicalidade e produção áudio-visual. Para isso, está desenvolvendo o projeto DVD Musicalidade Sergipana.

 

Rubens Lisboa - Sergipano de Aracaju, começou a compor em 1984. Autor de diversos textos poéticos e outros tantos para teatro, já participou de muitos festivais dentro e fora do Estado, ficando sempre entre os finalistas. Em 1986, estreou como intérprete com o show “dez-colagem”. Cantou na noite, participou de vários projetos culturais, até que, em 1996, venceu a etapa sergipana do Canta Nordeste, além do 4º lugar geral. Em 1997, ao lado de Neu Fontes, criou a trilha para a “Ópera do Milho”. Formado em Direito e Engenharia Química, possui parcerias com diversos compositores sergipanos. Segundo seus amigos, é honesto e verdadeiro, além de ser um dos maiores talentos da música sergipana. Um cara que tem música em seu coração. Lançou recentemente o seu mais novo cd, “Todas as Tribos” e foi um dos protagonistas da noite de prêmios do projeto Prata da Casa.

 

Marcus Vinícius – Guitarrista e arranjador sergipano.



Escrito por Papo de Brasileiro às 22h21
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Papo de Brasileiro Nº 39 - 06.01.2008

No primeiro programa do ano, em 06.01.2008, fizemos uma pequena retrospectiva de alguns papos interessantes que rolaram em 2007, com trechos de meia hora cada.

 

Ano Novo

 

Queria um ano novo de novas idéias. Um ano novo de novas canções, de novos talentos, de novas esperanças. Sinceramente, não queria um ano novo de velhas promessas, de antigas crenças, de outras intrigas, nem de poucos abraços.

 

Queria um ano novo como um novo ciclo, um novo abrir de olhos, um novo criar. Queria poder abrir a janela da minha casa e ver um novo caminhar das pessoas que passam por mim; Que a mediocridade do mundo virasse coisa velha e que o novo estivesse à frente do tradicional.

 

Queria poder ver um ano novo ainda melhor. Um ano novo onde pudéssemos encher o peito e gritar: viva a vida!

 

(André Gusmão)

 

Papo de Brasileiro:

 

Pedrinho Mendonça - Na música ele começou cedo. Passou pelo Conservatório e já tocou e gravou com grandes nomes da nossa música. Atualmente desenvolve trabalhos sociais de educação pela música.

 

Imbuaça (Lindolfo Amaral) – Grupo de teatro que possui um trabalho baseado na pesquisa teatral da literatura de cordel e elementos da cultura popular. Possuem mais de 27 espetáculos e diversos projetos sociais em sua história. Comemoraram 30 anos com uma apresentação especial da peça ‘Os Desvalidos’ no Teatro Tobias Barreto.

 

Allan Vilanova – Ele começou em Estância, tocando teclado com os amigos de escola. Aprendeu violão, fez mais amizades e, no ano passado, classificou uma composição para o Sescanção. Agora, em 2007, repete a dose e reafirma a condição de mais uma revelação da nossa música, classificando-se novamente para as finais do Sescançao.



Escrito por Papo de Brasileiro às 20h30
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Michele Borges - Papo de Brasileiro - 24.02.2008



Escrito por Papo de Brasileiro às 07h36
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Papo de Brasileiro Nº 38 - 30.12.2007

No último programa do ano, em 30.12.2007, fizemos uma pequena retrospectiva de alguns papos interessantes, com trechos de meia hora cada. Também escolhemos uma das crônicas apresentadas para coroar estes nove meses de muito sucesso e divulgação do artista sergipano.

 

O Público E O Notório

(Apresentada no Papo de Brasileiro - Nº 14 - 01.07.2007 - http://papodebrasileiro.zip.net/arch2007-07-15_2007-07-21.html)

 

O que pertence ao povo é fácil de perceber. De certa forma não há a fórmula exata para a unanimidade, mas há muito que comparar. Há muito pra se fazer e pra se dizer. Ainda há tempo.

 

A multidão que aplaude os sucessos sem conteúdo é a mesma que cruza os braços pra ver os passos sensuais nos palcos onde se deveria tocar música. A multidão que assiste boquiaberta as estridentes vozes com dois tons acima talvez não se preocupe muito com o que se canta, e sim com o que se encanta.

 

O que os olhos vêem é o que faz o coração acelerar. Há os que escrevem versos com o coração, há os que escrevem músicas no verso do papel do extrato bancário.

 

O que pertence ao povo é fácil de perceber. O popular é o manifesto ilustre de um povo que traz na história o sacrifício e a luta. E não é fácil mesmo ser brasileiro.

 

É nessas horas que o público nem sempre é notório.

 

(André Gusmão)

 

Papo de Brasileiro:

 

Silvério Pessoa – Nascido em pleno Dia de Reis, esse pernambucano de Carpina passou a infância ouvindo os folguedos e vivenciando a cultura da sua região: a Zona da Mata. Cresceu vendo sua Avó Alaíde chamando as galinhas e ouvindo artistas que tocavam no rádio. O menino cresceu, virou professor e cantor. É considerado hoje como um dos maiores talentos da música brasileira.

 

Cataluzes – Formado por Valdefrê (voz e violão), Cláudio Miguel (Voz e violão), Tonho Amaral (percussão e voz) e Osvaldo Gomes (Voz e violão), o Cataluzes comemorou seus 25 anos em 2007. Na década de 80, o grupo participou de programas como o Bem Brasil e há três anos esteve em São Paulo para participar da Campanha Venha Viver Sergipe, promovida pela Emsetur. Uma das composições mais famosas do grupo, ‘Cheiro da Terra’, por pouco não virou Hino de Aracaju.

 

Naldinho – Músico, compositor e pesquisador paraibano radicado em Maceió. Há nove anos iniciou seu trabalho musical participando de semanas culturais e festivais de música em João Pessoa, na Paraíba. Integrou o MusiClube da Paraíba, onde desenvolveu projetos na área de política cultural e integra o cd ‘Coletânea MusiClube’. Estudou na Escola Estadual de Música Antenor Navarro e no departamento de música da Universidade Federal da Paraíba.



Escrito por Papo de Brasileiro às 10h09
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